O começo de Mike e Billie foi difícil, apesar do talento. Eles se conheceram aos 10 anos, pouco antes do pai de Billie Joe Armstrong morrer de câncer. Quando Mike completou 15 anos, ele se mudou para a casa de Billie e os dois para se sustentar começaram a trabalhar de ajudantes de garçom no Rod’s Hickory Pitt. Neste mesmo ano de 1987 Mike e Billie fundaram a banda, após recrutarem o baterista John Kiftmeyer (Al Sobrante), e batizaram a banda de The Sweet Children que tocava em pizzarias e em campus. Pouco tempo depois fizeram seu primeiro show em um lendário clube chamado Gilman Street, nesta mesma época, Tré Cool tocava na The Lookouts. Algum tempo depois eles conseguiram assinar contrato com a gravadora Lookout! Records e mudaram o nome da banda de The Sweet Children para Green Day.
Primeiro álbum e a sequência
Em 1991 lançaram seu primeiro álbum e deram o nome de 1,039/Smoothed Out Slappy Hours, que foi um sucesso no cenário local, contudo o baterista John Kiftmeyer anunciou sua saída da banda. Quando eles se preparavam para gravar o seu segundo álbum, chamaram um outro baterista. Tré Cool agora fazia parte da banda, e a formação final do Green Day estava completa. Em 1992, Kerplunk! foi lançado e a reputação da banda cresceu, tornando-a a mais produtiva da Lookout Records. Em abril de 1993, o Green Day deixou sua gravadora e em bons termos foram contratados pele Reprise Records, e lançaram, em 1994 o seu mais elogiado álbum: Dookie. Em 1997, Nimrod marcou uma mudança de direção para a banda e um dos melhores álbuns do Green Day estava sendo lançado e com ele vem Good Riddance (Time Of Your Life) E em 2000, o álbum Warning entrava em cena com um estilo mais politizado, um dos marcos da banda. Para não parar após Warning, a banda foi ao estúdio escrever e gravar novo material. Após completarem 20 faixas, as fitas master foram roubadas do estúdio. A banda escolheu não tentar recriar o álbum roubado, mas ao invés disso começou tudo de novo com o objetivo de ser mais ambiciosa. O resultado foi o grande marco da banda: a ópera-punk American Idiot.
O Green Day está de volta com um novo trabalho chamado “American Idiot”, que que teve sua estréia mundial no dia 21 de setembro de 2004. No meio tempo desde o lançamento do último disco, eles lançaram uma coletânea tipo best of e outra com b-sides, além também de um DVD com os clipes. E parece que nesse tempo parado algumas coisas mudaram na banda.
A primeira coisa é o próprio título do disco, American Idiot. Uma crítica a situação atual nos EUA. Procede bastante! Esse também é o nome do primeiro single e é a música que abre o cd. O som lembra muito o estilo consagrado da banda mas as letras mudaram bastante. Parece que agora eles estão mais “maduros” e conscientes. Quando Billie canta “Welcome to a new kind of tension/all across the alienation/everything isn’t meant to be ok”, parece que o trio já sabe que American Idiot é realmente uma revolução na vida do grupo. Enfim, esta primeira faixa agarra o antigo fã de Green Day pelo coração, é o trio fazendo o que sabe de melhor. Pop-punk class of 94 forever. Outra coisa que marca é a parte de fora do produto, podemos dizer que o encarte e capa de American Idiot são um dos mais belos já produzidos pelo Green Day, tudo muito forte, preparando bem o ouvinte para o conteúdo.
A mudança continua na segunda música, que se chama Jesus Of Suburbia. Aqui começa a piração real. É fato consumado de que o Green Day sempre admirou o trabalho do The Who, então por que não fazer seu próprio Tommy? Aqui está. Acredito que Jesus Of Suburbia é baseado, ou ao menos inspirado, no texto Budha Of Suburbia, grande clássico do teatro/literatura marginal. Mais uma idéia de que a música é inspirada no Budha Of Suburbia é o fato de ela ser dividida em cinco partes, que são praticamente cinco músicas distintas: Jesus of Suburbia, City Of The Damned, I Don’t Care, Dearly Beloved e Tales Of Another Broken Home. A primeira parte é a mais forte de todas, principalmente pela letra, já a segunda tem um jeitão 80’s, meio balada, até meio post-hardcore diria. A terceira parte é a mais apoteótica e punk, o que seria o clímax da história, com toda a letra se amarrando. A quarta parte é sombria, linda, roqueira. No final da história o instrumental cresce e fica totalmente apoteótico, incluindo ai um curioso riff exatamente igual ao de Ring Of Fire do saudoso Johnny Cash. Sem dúvida Jesus Of Suburbia é a faixa mais complexa, estranha e bem amarrada da história do Green Day. F*da! Uma linda balada, totalmente diferente de tudo que o Green Day já fez. Esse é Wake me up When September Ends. Confesso que a melodia me recordou muito os melhores momentos do Oasis. Piano, violão, efeitinhos e um vocal de tons inéditos dão o brilho na música mais bonita do disco.
Enfim, um belo disco que com quase uma hora de duração consegue passar batido e sem em momento algum ser entediante, pelo contrário apesar de as músicas serem uma história se ouvidas na seqüência, elas conseguem funcionar separadas também, o que está levando as músicas para o rádio. O álbum realmente parece uma trilha sonora de algum filme/peça de teatro que nunca existiu, e se você for acompanhando as letras, verá como tudo é bem amarrado e forma realmente um disco conceitual. O Green Day passou dos limites, chegou ao ápice de sua criatividade, cara-de-pau e loucura musical, e o triste disso tudo é que provavelmente todo esse conteúdo não será assimilado pelos fãs da banda, que dirá pela massa. Tudo cabeça demais para a molecada engolir. Brilhante trabalho de uma banda que mostrou que tem que ser levada a sério.
“Suicidio comercial. Genial. Esquisito. Perfeito. Conceitual. Este é “American Idiot”. A molecada vai odiar, acredito que até os fãs mais devotos não entenderão o álbum de primeira, mas a verdade é: American Idiot é um passo inédito na carreira do Green Day. Se em Warning eles deixaram bem de lado o espírito punk-teenager, aqui eles mostram que na verdade são adultos, músicos e absolutamente ‘I don’t care’ em relação aos padrões e a mídia. Pode ser mais punk que isso?”
O quarteto formado por Chris Martin (piano e voz), Jonny Buckland (guitarra), Guy Berryman (baixo) e Will Champion (bateria) é mais uma das bandas produto de universidades. Martin e Buckland se conheceram em 1996, logo nos primeiros dias de aula na University College London. Da amizade, surgiu o núcleo do que viria a ser o Coldplay. Logo depois Berryman se juntou aos dois e o trio se apresentava como Pectoralz. E finalmente se tornou Coldplay com a entrada de Will Champion, em 1998, que aprendeu a tocar bateria só para entrar no grupo. A banda já fez show na América do Sul, incluindo o Brasil, onde apresentou as canções de Rush of Blood to the Head. Pode-se dizer que a filosofia do grupo segue aquela pregada, já há bastante tempo, por Bono e o U2: rock a serviço de causas nobres liderado por roqueiros bonzinhos, que não abre mão da veia política (protesta publicamente contra o G7 e é “garoto-propaganda” da Made Trade Fair, organização que luta contra o fim da exploração econômico-social do terceiro mundo promovida pelos tubarões que integram o mesmo G7). Chris Martin é o exemplo perfeito desse modelo, apesar de ser um dos alvos preferidos dos tablóides britânicos, por causa de seu casamento com a atriz Gwyneth Paltrow, já revelou em entrevistas recentes, que não se aborrece mais com o assunto. O Coldplay prepara agora músicas para seu quarto álbum, que ainda não tem previsão de lançamento (por volta de fevereiro ou março de 2008).A Rush Of Blood To The Head (2002)
O sucesso de Parachutes criou grande expectativa diante da chegada de Rush of Bloood. Os fãs, no entanto, não se decepcionaram. Com o selo Capitol, da EMI, o Coldplay lança o seu segundo trabalho de estúdio, A Rush of Blood to the Head, em 2002. O álbum, que foi considerado como um amadurecimento musical por parte do grupo, recebeu melhores críticas e vendeu mais cópias do que o anterior, confirmando que o Coldplay é uma banda de peso. A Rush Of Blood To The Head concerteza é um disco essencial para quem acha que a música é o melhor veículo para a transmissão de sentimentos universais e provocar em cada um uma grande rebordosa emocional.Faixas:
1. “Politik”
2. “In My Place”
3. “God Put A Smile Upon Your Face”
4. “The Scientist”
5. “Clocks”
6. “Daylight”
7. “Green Eyes”
8. “Warning Sign”
9. “A Whisper”
10. “A Rush Of Blood To The Head”
11. “Amsterdam”
Fonte:
Wikipedia, Bacana e *Whiplash
X&Y (2005)
Muitos são os críticos que torcem o nariz para o som do Coldplay, citando-os como simples cópias de U2, ou mesmo do New Order, mas o fato é que X&Y certamente esvaziará esses comentários e por uma razão bem simples: o Coldplay está em excelente forma, o álbum é bom, está vendendo muito bem, está no topo das paradas de todo o mundo e sim, já produziram suas crias, Keane e Thirteen Senses por exemplo. Mas, acima de tudo, o que conta mesmo é que os fãs amaram as canções de Chris Martin que abordam basicamente temas como esperança, amor e medo. Lançado em junho de 2005, o álbum é o terceiro da banda e foi o mais vendido daquele ano, com 8,3 milhões de cópias vendidas em todo mundo. Apesar de ter recebido algumas críticas que o colocavam como uma cópia do disco anterior, a resposta do público para o trabalho foi imediata. Speed of Sound é, disparada, a melhor (ou mais comercial?) faixa do disco, talvez porque busque a velha fórmula da bateria de Clocks e Daylight. Por isso pode ter sido escolhida como o primeiro single. Apesar da eterna comparação com Radiohead, a banda sempre teve uma identidade superforte, reforçada pela voz inconfundível de Chris Marthin. Felizmente nada mudou em X&Y. Letras lindas, melodias bacanas, alternando entre baladas e canções mais rapidinhas.Faixas:
1. “Square One”
2. “What If”
3. “White Shadows”
4. “Fix You”
5. “Talk”
6. “X&Y”
7. “Speed of Sound”
8. “A Message”
9. “Low”
10. “The Hardest Part”
11. “Swallowed In The Sea”
12. “Twisted Logic”
13. “‘Til Kingdom Come” (música escondida)
Fonte:
Wikipedia, *Territótio Terra e Sobrecarga

Blink-182 foi uma banda norte-americana do sul do estado da Califórnia formada em 1992 por Tom Delonge e Mark Hoppus. Junto com o Green Day e o The Offspring, são creditados por terem começado a revolução punk rock. A banda era conhecida no mundo todo por suas melodias “punk rock” que tornaram-se sucessos nas paradas musicais e pelo seu humor nas canções. A banda diferenciava-se das outras bandas de punk rock pelo conteúdo humorístico em contraste às letras de outras bandas do gênero que demonstram raiva ou conteúdo anti-político, o Blink 182 inovou no punk, trazendo a tona o estilo que não estava muito em alta. A banda era formada inicialmente por três membros: Thomas Matthew Delonge (Tom) na guitarra, Markus Allan Hoppus (Mark) no baixo e Scott Raynor (Scott) na bateria, este último só ficando até 1998, sendo substituido por Travis Barker, mantendo essa formação até o dia da separação da banda (ou hiato indefinido), em 22 de fevereiro de 2005. No momento Mark Hoppus e Travis Barker estão em um projeto musical chamado Plus 44 (ou +44), cujo álbum de estréia saiu em 14 de novembro de 2006. Seu single No It Isn’t é uma canção feita por Mark para Tom, com trechos polêmicos como “vamos cortar os nossos pulsos e queimar algo bonito” e “por favor entenda, isso não é apenas um adeus, isso é um ‘eu não aguento você’”, explicando assim o motivo do fim do Blink 182. Tom Delonge também está em uma nova banda, Angels and Airwaves (ou AVA), cujo primeiro álbum foi lançado em 23 de maio de 2006, We Don’t Need To Whisper.
Blink 182 (2003)
Bom, depois de algum tempo parece que finalmente os garotos erraram no passo com o álbum Blink 182 (ou self titled). Este álbum parece uma progressão natural do álbum aterior, o Take of Your Pants and Jacket, mas em uma direção que muitos fãs não esperavam. A banda se despede com um trabalho mais sério, mostrando o seu amadurecimento, fundindo elementos experimentalistas inspirados por mudanças em seus estilos de vida, pois todos eles haviam se tornado pais naquela época. Isso gerou pouca aceitação entre os fãs pois não havim mais aquele conteúdo humoristico que tanto os agradavam, entretanto eles ganharam mais respeito no cenário do rock. Mas não pensem que o álbum é ruim, só não agradou os fãs antigos. Com uma faixa que fez muitos gostarem da banda (incluindo eu), I Miss You, é um dos principais hits. Depois disso tudo o que vimos, presenciamos um vocalista egocêntrico, que disse não querer mais fazer músicas para garotinhas idiotas de 14 anos ouvirem. O engraçado é que foi muito estranho ver alguém que falava em transar com cachorros, dizia que queria uma garota que pudesse adestrar e achava legal um sexo oral de sua mãe falar sobre coisas mais sérias. Mas, infelizmente, todo mundo um dia muda.
Faixas:
1. “Feeling This”
2. “Obvious”
3. “I Miss You”
4. “Violence”
5. “Stockholm Syndrome”
6. “Down”
7. “The Fallen Interlude” (instrumental)
8. “Go”
9. “Asthenia”
10. “Always”
11. “Easy Target”
12. “All of This”
13. “Here’s Your Letter”
14. “I’m Lost Without You”
Fonte:
Wikipedia [1] e [2], Rock Zone e Dangerous Music.
Greatest Hits (2005)
É a única coletânea de músicas da banda, e foi considerada por
Faixas:
1. Carousel - (original do álbum Cheshire Cat)
2. M+M’s - (original do álbum Cheshire Cat)
3. Dammit - (versão single)” (original do álbum Dude Ranch)
4. Josie - (versão single)” (original do álbum Dude Ranch)
5. What’s My Age Again? - (original do álbum Enema of the State)
6. All The Small Things - (original do álbum Enema of the State)
7. Adam’s Song - (original do álbum on Enema of the State)
8. Man Overboard - (original do álbum The Mark, Tom, and Travis Show: The Enema Strikes Back)
9. The Rock Show - (original do álbum Take Off Your Pants And Jacket)
10. First Date - (original do álbum Take Off Your Pants And Jacket)
11. Stay Together For The Kids - (original do álbum Take Off Your Pants And Jacket)
12. Feeling This - (original do álbum Blink-182)
13. I Miss You - (original do álbum Blink-182)
14. Down - (original do álbum Blink-182)
15. Always - (original do álbum Blink-182)
16. Not Now
17. Another Girl Another Planet
Fonte:
Wikipedia e Zona Punk.
Faixas:
1. What a Difference a Day Made
2. These Are the Days
3. Singing in the Rain
4. Twentysomething
5. But For Now
6. Old Devil Moon
7. I Could Have Danced All Night
8. Blame it on My Youth
9. I Get A Kick Out of You
10. All at Sea
11. Wind Cries Mary
12. Lover, You Should Have Come Over
13. It’s About Time
14. Next Year Baby
Fonte:
Wikipedia, Coiso e LojaWWW.
Catching Tales (2005)

Fonte:
*Pílula Pop, Clube De Jazz, Wikipedia e Território Terra.

Vou começar o blog postando dois albuns de uma das minhas bandas preferidas, formada por Dave Grohl, que era baterista da banda grunge Nirvana, um anos após a morte de Kurt Kobain. A banda ainda é composta pelo baixista Nate Mendel, pelo baterista Taylor Hawkins, e pelo guitarrista Chris Shiflett, mantendo essa formação desde 1999.
In Your Honor (2005)
“Um álbum duplo, quase político. É o que menos se esperava do Foo Fighters, banda cuja marca são canções rápidas, enérgicas, imediatas e sem preocupação em encampar mensagens e protestos.” É assim que começa a crítica de Thiago Ney, da FolhaOnline, sobre o quinto álbum da banda, que é composto por dois CDs, um de estúdio e outro acústico. As críticas sobre este álbum são variadas, muitos acham que a clara tentativa de Dave Grohl de mudar os rumos da banda foi um fracasso, outros já dizem que este álbum simplismnte não acrescenta nada de novo à banda que é conhecida por seu rock com letras grudentas, em que já chegaram a dizer que Grohl usa uma “fórmula” de sucesso em suas músicas. Mas apesar de tudo, In Your Honor é um CD roqueiro, diferente, variado e divertido. Mas, acima de tudo, é um disco legal, e pronto, com um estilo diferente, sempre surpreendendo, e o principal: com letras que grudam facilmente na cabeça.
Faixas:
CD 1 (Estúdio)
1. In Your Honor
2. No Way Back
3. Best of You
4. D.O.A.
5. Hell
6. The Last Song
7. Free Me
8. Resolve
9. The Deepest Blues Are Black
10. End Over End
CD 2 (Acústico)
1. Still
2. What If I Do?
3. Miracle
4. Another Round
5. Friend of a Friend
6. Over and Out
7. On the Mend
8. Virginia Moon (feat. Norah Jones)
9. Cold Day in the Sun
10. Razor (feat. Josh Homme do QOTSA)
Fonte:
Wikipedia, ZeroZen e DiárioDigital.
Echoes, Silence Patience and Grace (2007)
É incrível como passados 14 anos da morte de Kurt Kobain, os fantasmas de “grande baterista do Nirvana” ainda assustem Dave Grohl. Na tentativa de se livrar de vez dessa imagem, surge o ótimo álbum Echoes, Silence, Patience & Grace, o mais recente da banda, com uma faixa dedicada ao seu ex-companheiro de banda: “Let It Die”. Com um hit já tocando em tudo que é lugar, “The Pretender” se destaca pela letra meio triste, pela bateria potente de Taylor Hawkins e os gritos de Dave Grohl. Outra música interessante é a instrumental “The Ballad of the Beaconsfield Miners”, que homenageia os mineiros australianos que ficaram presos por duas semanas esperarando o socorro ouvindo Foo Fighters. “Echoes, Silence, Patience and Grace serviu para mostrar um novo Foo Fighters. Uma banda que quer se renovar, mas anda meio perdida em seu projeto. As influências que tem cercado Dave musicalmente são realmente boas, e pela inteligência do front-man, um fabuloso sucessor do segundo álbum pode estar por vir.”
Faixas:
1. “The Pretender”
2. “Let It Die”
3. “Erase/Replace”
4. “Long Road to Ruin”
5. “Come Alive”
6. “Stranger Things Have Happened”
7. “Cheer Up, Boys (Your Make-Up Is Running)”
8. “Summer’s End”
9. “The Ballad of the Beaconsfield Miners”
10. “Statues”
11. “But, Honestly”
12. “Home”
13. “Once & For All (Demo) [iTunes Pre-Order Only]”
14. “Seda [iTunes Bonus Track]”